…é Dia das Mães.

comoeumesintoquando:

Mães ás vezes sabem ser irritantes:

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…super protetoras:

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…com suas ligações intermináveis:

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…sem contar que muitas vezes você não entende nada do que ela diz:

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…e não sabe nem o que fez de errado pra tomar bronca:

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…mas a verdade é que todo mundo morre de saudades de ser mimado pela mãe:

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…de alguém que se importe tanto com você:

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…e te ame incondicionamente!

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…então aproveite pra dar um abração e beijão nela hoje :) Feliz Dia das Mães pras suas e pra minha! :)

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(via rockinbrasil)


(via hariana)




“Eu quero uma casa no campoOnde eu possa ficar no tamanho da pazE tenha somente a certezaDos limites do corpo e nada mais…

“Eu quero uma casa no campo
Onde eu possa ficar no tamanho da paz
E tenha somente a certeza
Dos limites do corpo e nada mais…


Quando eu cheguei tudo, tudoTudo estava viradoApenas viro me viroMas eu mesma viro os olhinhos
Só entro no jogo porque Estou mesmo depois Depois de esgotarO tempo regulamentar
De um lado o olho desaforoQue diz meu nariz arrebitadoE não levo para casa, mas se você vem perto eu vou láEu vou lá!
No canto do ciscoNo canto do olhoA menina dança
E dentro da meninaA menina dançaE se você fecha o olhoA menina ainda dançaDentro da meninaAinda dança
Até o sol raiarAté o sol raiarAté dentro de você nascerNascer o que há!

Quando eu cheguei tudo, tudo
Tudo estava virado
Apenas viro me viro
Mas eu mesma viro os olhinhos

Só entro no jogo porque 
Estou mesmo depois 
Depois de esgotar
O tempo regulamentar

De um lado o olho desaforo
Que diz meu nariz arrebitado
E não levo para casa, mas se você vem perto eu vou lá
Eu vou lá!

No canto do cisco
No canto do olho
A menina dança

E dentro da menina
A menina dança
E se você fecha o olho
A menina ainda dança
Dentro da menina
Ainda dança

Até o sol raiar
Até o sol raiar
Até dentro de você nascer

Nascer o que há!



Estou lendo alguns artigos da Regina Navarro Lins, alguém conhece? O que acham do que ela escreve?

Segue aqui um texto que ela fala sobre a idealização do amor romântico.

“Certa vez, uma amiga me descreveu seu namorado como inteligente, culto, gentil, bonito. Dizia ter encontrado a “pessoa certa”. Foi enorme a surpresa que tive ao conhecê-lo. Na realidade, ele não correspondia a nenhuma das características que ela lhe atribuiu, pelo contrário, era o oposto de tudo.

O amor romântico não é apenas uma forma de amor, mas todo um conjunto psicológico — ideais, crenças, atitudes e expectativas. Essas idéias coexistem no inconsciente das pessoas e dominam seus comportamentos, determinando como devem sentir e reagir. Ele não é construído na relação com a pessoa real, e sim sobre a idealização que se faz dela. Mas a proposta é muito sedutora. Que remédio melhor para o nosso desamparo do que a sensação de nos completarmos na relação com o outro? A partir daí, surgem crenças equivocadas como: quem ama não sente tesão por mais ninguém; o amado deve ser a única fonte de interesse; todos devem encontrar um dia a “pessoa certa”. Mas por mais encantamento que cause num primeiro momento, ele se torna opressivo por se opor à nossa individualidade.

Assistimos a grandes transformações no mundo, e, no que diz respeito ao amor, o dilema atual se situa entre o desejo de simbiose — se fechar na relação com o parceiro — e o desejo de liberdade. Mas quando alguém alcança um estágio de desenvolvimento pessoal em que descobre o prazer de estar sozinho, se dá conta de uma profunda mudança interna.

Preservar a própria individualidade passa a ser fundamental, e a idéia básica de fusão do amor romântico, em que os dois se tornam um só, deixa de ser atraente. Por enquanto, não há dúvida de que desejar viver relações de amor fora do modelo romântico pode ser frustrante. As pessoas são viciadas nesse tipo de amor e fica difícil encontrar parceiros que já tenham se libertado dele. Mas acredito ser apenas uma questão de tempo.

Bonnie Kreps, cineasta canadense que escreveu um livro sobre o tema, diz que deixar o hábito de “apaixonar-se loucamente” para a novidade de entrar num tipo de amor sem projeções e idealizações também tem sua própria excitação.

É a mesma sensação de utilizar novos músculos, que sempre tivemos, mas nunca usamos por causa de nosso modo de vida. No entanto, ao começar a utilizá-los podemos fazer com nosso corpo coisas que antes nunca conseguimos. Para ela, os músculos psicológicos também existem e devemos olhar através da camuflagem do mito do amor romântico a fim de encontrá-los – e, então, ver com o que se parecerá o amor quando mais pessoas começarem a flexioná-los.”